Imagem: Peter Sawyer / Instituto Smithsoniano
Ainda não há um consenso sobre como surgiu a vida na Terra, mas isso não nos impede de formular hipóteses plausíveis para essa incógnita. Hoje, vários cientistas que estudam o tema, acreditam que estão no caminho certo (e muitos deles têm experimentos para comprovar suas teorias).
Nesse artigo será abordada a origem mais provável para a vida na Terra.
Pois bem...
Acredita-se que bem antes das células se formarem, as moléculas orgânicas se uniram umas com as outras formando moléculas mais complexas conhecidas como polímeros (macromoléculas formadas por unidades menores, os monômeros). Alguns exemplos de polímeros bem conhecidos são os polissacáridos e as proteínas.

Acredita-se que as primeiras células surgiram há cerca de 3,5 bilhões de anos, durante o éon Arqueano. Provavelmente os componentes da atmosfera primitiva, como amônia, metano, água, gás hidrogênio e gás carbônico sofreram influência de descargas elétricas provenientes de tempestades frequentes, dos raios ultravioletas e do calor. Assim, os componentes combinaram-se, gerando as primeiras moléculas orgânicas. Essas moléculas se juntaram, gerando aglomerados protéicos, que deram origem às primeiras formas de vida, que se alimentavam de compostos carbônicos inorgânicos presentes nos aglomerados, no caso, seriam heterotróficos (novos compostos acabaram se formando a partir do metabolismo desses aglomerados).

Como ainda não existia oxigênio na atmosfera, os primeiros seres vivos eram anaeróbios. Esses seres teriam sido capazes de se auto reproduzir, preservando sua individualidade, o seu DNA. Mecanismos evolutivos favoreceram o surgimento de organismos autotróficos, que usavam gás carbônico, água e energia proveniente do sol para produzir seu próprio alimento. Com isso, estes seres liberaram oxigênio na atmosfera durante o processo da fotossíntese, favorecendo o aparecimento de seres muito mais diversificados, complexos e pluricelulares.
LUCA
O último ancestral universal ou último ancestral comum, conhecido também como LUCA (last universal common ancestor) é o hipotético último ser vivo a partir do qual todos os seres vivos que vivem actualmente na Terra descendem. Por isso é ancestral comum mais recente de toda a vida actual na Terra. Estima-se que tenha vivido há 3,6 a 4,1 mil milhões de anos.
Em 2016, foi publicado um retrato genético do mais velho
ancestral comum a todos os seres vivos presentes na Terra, o qual teria
vivido há 4000 milhões de anos, quando a Terra tinha por volta de 560
milhões de anos. Ele seria um organismo de uma única célula, e que não precisava de oxigênio, alimentando-se de nitrogênio.
Fontes: BBC, Portal São Francisco, Uol, Educação.Globo e Infoescola.
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